O Clube Atlético Paranaense apresenta sua linha de uniformes para a temporada 2012. A novidade faz parte da nova campanha institucional do Furacão, que pretende promover o orgulho de ser torcedor atleticano. A nova linha de uniformes tem como principais características o escudo tridimensional bordado nas camisas, a mudança de direção das listras do traje oficial 2 e a alusão ao apelido do clube.

“Furacão”, segundo a meteorologia, é uma espécie de ciclone, ventania devastadora, tempestade, tufão. Os dicionários também falam dos sentidos figurados da palavra e entre eles está: “manifestação extremada de sentimentos”.

A definição se encaixa perfeitamente à torcida do Furacão, apaixonada pelo clube tanto nos momentos de glória – como no Campeonato Paranaense de 1949, quando o clube marcou 49 gols em 12 partidas e ganhou o tão famoso apelido – quanto nos momentos mais difíceis. Assim, o símbolo meteorológico que indica um furacão passa a fazer parte do novo figurino dos jogadores e torcedores. Ele está na barra frontal das novas camisas.

“Queremos que o histórico de grandes vitórias alimente este amor tão avassalador quanto um furacão que a torcida tem pelo clube. O símbolo do furacão está na camisa para remeter à força que este time tem”, afirma Sylvio Teixeira, Diretor da Umbro Brasil.

Foto: Reprodução CAP

Confeccionadas com técnicas de alfaiataria, as novas camisas do Furacão têm um visual limpo e elegante, mantendo a identidade visual do clube. Além disso, são desenvolvidas com poliéster de alta qualidade, que lhe conferem um conforto único. A camisa 1 é vermelha com listras verticais pretas, tem punhos vermelhos e a gola se lembra a do atual uniforme da seleção inglesa, cujo formato remete ao das camisas tradicionais.

Já o uniforme 2 permanece branco, tem gola em V, mas a dupla de listras rubro-negras mudou de direção. No ano passado, elas eram horizontais. Agora, são verticais e passam pelo escudo tridimensional, presente nas duas camisas, e também pelo símbolo do furacão. O punho das mangas passa a ser branco, substituindo o vermelho usado na camisa de 2011.

“O furacão simboliza a força do nosso clube e do nosso torcedor. Em 2012, completamos 15 anos de parceria com a Umbro e estamos satisfeitos com os resultados que temos obtido. Este ano também representa um marco para o nosso clube e mais do que nunca precisaremos do apoio incondicional do nosso torcedor. Esta nova linha de uniformes é uma homenagem a todos os atleticanos”, destaca o Diretor Executivo de Marketing e Comunicação do Atlético Paranaense, Mauro Holzmann.

A partir de amanhã (3/2), as camisas estarão disponíveis para pré-venda em primeira mão na loja virtual oficial do clube.

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Times de futebol falam bastante em manter os torcedores perto do coração, mas o principal time peruano deu um passo a mais em sua mais recente camisa. O Club Universitário de Desportes, sediado em Lima, costurou uma inscrição especial dentro da nova camisa, assim ela estará mais próxima do coração dos jogadores e dos torcedores que apóiam o time ao redor do Mundo.

A inscrição especial interna foi criada pelo artista peruano, e torcedor do Universitário, Cherman, inspirado por um dos apelidos do time: “Garra Crema” – a Garra Creme. O apelido é uma tradução literal da cor do time combinada com a palavra “garra”, que significa resistência e força – principais características do Universitário, de acordo com os torcedores.

A nova camisa, que o time usará na temporada 2012, foi feita pela Umbro para refletir a cultura e a história do time, que foi a 1ª equipe peruana a alcançar as finais da Copa Libertadores. Junto da inscrição interna, a camisa possui a “Garra Crema” dos torcedores na sua bainha. Composta por um tecido leve de algodão e poliéster, a camisa ainda tem o icônico logo do U bordado no peito.
Nós sabemos o quão popular nossas camisas são ao redor do Mundo e assim que a camisa do Universitário estiver disponível nós vamos avisá-los. Confira no nosso Flickr mais fotos dessa nova camisa.

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Colo-Colo: o time chileno comemora seu melhor momento com um novo uniforme

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O time mais popular do Chile vai continuar vestindo Umbro em 2012 e mostrou o seu novo uniforme para jogos em casa. O Colo-Colo – Club Social y Deportivo Colo-Colo – é um dos melhores do Chile e o único time chileno campeão da Copa Libertadores, principal competição da América do Sul. E para celebrar esse título de prestígio, a nova camisa do Colo-Colo ganhou o emblema de um troféu de ouro bordado em cima do seu tradicional escudo.

A camisa foi criada depois de muita consulta com os torcedores do time. Feita sob medida, ela é branca e muito estilosa. Composta de um moderno tecido com poliéster, a camisa foi desenhada com o clima chileno em mente. Misturando a tradição, o design moderno e a paixão dos torcedores, a camisa do Colo-Colo desse ano, com certeza será popular entre os fãs da equipe e também em todo o Mundo.

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Tivemos a chance de falar com uma figura especial na história do City – Steve Redmond, o mais jovem capitão da equipe em todos os tempos, que protegia a defesa entre 1984 e 1992, com mais de 200 partidas pelo clube.

Steve atuou em uma partida bem interessante pelo Manchester e nós encontramos trechos dela na net. Em dezembro de 1990, o Manchester City jogou em casa contra o Tottenham Hotspur, assim como fizeram na rodada passada (o vídeo da partida original segue abaixo). Nessa ocasião, a neblina em Manchester estava muito forte e eles tiveram que usar seu uniforme de visitante, só para garantir que fossem vistos em campo!

Vamos combinar que o estranho fato de um time usar o uniforme de visitante para jogar em casa acabou mostrando ser um talismã da sorte! O Manchester City venceu o Tottenham por 2 a 1. Steve Redmond marcou o 1º gol da partida, algo raro para ele e sobre o qual ele fica muito contente por poder conversar.

Você se lembra daquele gol, Steve?

Sim, acho que o fiz de joelho, inclusive. O Quinny cabeçou a bola para trás e ela foi direto no meu joelho, e, então, Clarkey (Wayne Clarke) saiu comemorando! Eu não fiz muitos gols, mas lembro do meu 1º para o time principal, contra o Coventry no Boxing Day (na Inglaterra o dia seguinte ao Natal é de liquidações no comércio e de rodada especial do Campeonato). Foi um empate em 2 a 2, eu marquei as duas vezes. Também fiz um de cabeça contra o Oxford, em Maine Road, e um de falta com o pé esquerdo contra o Luton.

Como foi ser capitão com 18 anos, o mais jovem do Manchester City?

Foi um pouco estranho no começo, porque quando garoto não era eu quem gritava mais alto. Quando eu fui para o City, me recuaram para volante e de lá era mais fácil de ver tudo e guiar os outros jogadores. Para ser honesto, não era nada mal, eu não precisava ficar dando broncas no vestiário, nem nada do tipo. Nós tínhamos um grupo muito bom, o que ajudava. Eu não era convencido, então os outros jogadores me respeitavam por quem eu era. Eu só me metia em enrascada porque era de Liverpool, então se algo desse errado nos vestiários era eu quem levava a culpa.

Eu me lembro de uma vez em que estávamos entrando em campo, eu olhei para os meus companheiros e pensei “Eu sou o responsável por esses caras”. Eu sempre me lembro da minha mãe dizendo que ela e meu pai choravam quando eu era o capitão, isso é algo que vai ficar comigo para sempre. Mas uma vez que você está em campo, não importa quem é o capitão, tem que ser 11 capitães. Mas foi uma grande honra ser capitão com 18 anos, e progredir tão rápido, algo que ficará para sempre comigo.

Você também fez parte do time que ganhou a Copa da Inglaterra sub 18 contra o United. Esse foi o seu ponto alto no clube?

Eu me lembro bem, a final foi disputada em ida e volta e nós empatamos em 1 a 1, no Old Traffor. Lakey (Paul Lake) fez o gol de pênalti, e nós vencemos por 2 a 0 em Maine Road. No entanto, o grande momento da minha carreira foi o 5 a 1 em Maine Road. Sendo um fã do Liverpool, a 1ª vez jogando no Anfield também se destaca bastante. Eu ainda tenho o vídeo do 5 a 1 e às vezes eu ponho para o meu filho ver, “veja o seu pai foi um jogador”. Esse foi um daqueles dias que eu nunca vou esquecer, tudo deu certo e nós marcamos alguns bons gols.

Você jogou durante um grande momento do futebol Inglês, quais foram os melhores jogadores com quem você atuou junto? E contra?

Sinceramente, é difícil destacar uma pessoa. Jogadores como Keith Curle, Colin Hendry, Mick McCarthy, todos eles eram grandes jogadores e que faziam o máximo pelo time. O jogador definitivo seria uma mistura dos três. A mesmo coisa com alguns dos adversários, pessoas como Lineker ou Ian Rush se destacavam porque eram muito velozes, mas aí você tinha um Mark Hughes, forte que nem um touro. Dalglish era muito esperto, e caras como Mick Harfor, que você sabia que poderia te esmagar com facilidade. Por isso que é tão difícil de escolher um, quando você já jogou contra tantos jogadores diferentes.

Parece uma época diferente, em termos de defesa. O que era permitido no jogo?

Você assiste os jogos agora e toda vez que um atacante chega perto da área, todo mundo recua. Está para chegar ao estágio de você nem poder dar o bote mais. Na minha época, os centroavantes sabiam que nos 2 primeiros minutos de jogo eles seriam esmagados e sabiam lidar com isso. Hoje em dia, todo carrinho é criticado na TV, sem chance de sacudir a poeira e continuar jogando. Eu gosto de um carrinho, às vezes ele pode animar a torcida tanto quanto um gol. Eu seria suspenso quase toda a semana se jogasse hoje.

Você ainda assiste o City hoje em dia?

Eu vejo o City sempre que eu posso e sempre gosto muito. Pensando na equipe atual, eu gosto muito do Kompany, eu gostaria de ter jogado com ele.  Porém eu não apreciaria muito jogar contra alguém como David Silva.

Valeu, Steve, por conversar com a gente!

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