A Copa São Paulo é uma excelente oportunidade para conhecermos os jovens craques do futebol brasileiro. Um dos destaques da edição atual é Neilton, atleta patrocinado pela Umbro, que joga no Santos.

Ele nasceu em Nanuque, Minas Gerais, tem 17 anos e é leve e rápido, o que lhe dá grande vantagem no ataque. O garoto está mostrando  talento e tem a marca do verdadeiro craque, sabe jogar bem e criar condições de gol para seus companheiros de time. Com esse talento ele vai longe.

Na estreia, contra o Vitória de Santo Antão, o camisa 11 apareceu bem no ataque, carimbou a trave, mas acabou não conseguindo anotar o seu. Já na 2ª partida, goleada por 6 a 0 em cima do Assu, ele marcou 2 vezes e criou boas chances de gol. No 3º jogo, contra o tradicional Inter de Limeira, ele não marcou, mas deu bela assistência e deixou os colegas cara a cara com o gol várias  vezes.

Com sua ajuda o Santos fechou a goleada contra o Guarani com chave de ouro. No último minuto da partida, seu cruzamento milimétrico foi aproveitado por um de seus companheiros!

Apesar dos esforços do Neilton e dos seus colegas o Santos não conseguiu vencer o jogo, pelas oitavas de final, contra o Desportivo Brasil. As derrotas, assim como as vitórias, fazem parte da formação dos craques e, com certeza, ele cresceu muito na Copa São Paulo 2012.

É isso aí, sempre bom ver um talento se destacando e jogando bola, com personalidade e confiança. Vamos continuar acompanhando, pois esse camisa 11 vai dar o que falar.

Cagetoria: Atletas, Santos F.C., Umbro | Tags: , , ,

Às vésperas de seu centenário, o Santos antecipou os festejos. Na esteira da temporada passada, 2011 começou gordo. No primeiro quadrimestre, o time defendeu com sucesso o título paulista, o quarto em seis anos.

Logo depois, a equipe dava início à campanha vitoriosa na Libertadores da América, repetindo os feitos de 1962 e 1963, quando foi o “dono” do continente.

No Mundial, derrota na final para o Barcelona por 4 a 0.

A seguir, o blog faz uma releitura do ano para o torcedor santista.

Domínio estadual

O Paulistão serviu para mostrar a força do grupo do Santos. Mesmo sem Neymar, que servia a Seleção Brasileira sub-20 no Sul-Americano da categoria, e Ganso, que se recuperava de cirurgia, o Peixe sobrou no início do torneio estadual, com vitórias convincentes.

Comandado por Elano, que voltava à Vila Belmiro após seis anos na Europa, o time, primeiro orientado por Adilson Batista e depois por Muricy Ramalho, arrancou para a primeira colocação geral na fase classificatória.

Nas semifinais, já com as suas duas maiores estrelas, vitória sobre o São Paulo em dois jogos. Na final, ante o Corinthians, que batera o Palmeiras, um 0 a 0 no Pacaembu e um 2 a 1 na Vila Belmiro, com gols de Arouca e Neymar (Morais descontou para os corintianos). Caneco garantido e a hegemonia regional retomada.

Era o primeiro título de Muricy à frente do Peixe em pouco mais de um mês de trabalho. E o terceiro de Neymar, Ganso e tantos outros em menos de um ano.

Despertar de um gigante

Foto: Fernando Borges/Terra

Foto: Fernando Borges/Terra

O início no principal interclubes da América do Sul não foi nada promissor. Nos três primeiros jogos, dois empates e uma derrota. A classificação para a segunda fase estava em risco.

Era necessário, no mínimo, sete pontos nos três compromissos restantes. O Santos fez melhor. Venceu todos os seus jogos no returno e selou a vaga para os playoffs como segundo colocado, com os mesmos 11 pontos do Cerro Porteño, que ficou com a ponta no critério de desempate.

Nas oitavas, aperto contra o tradicional América, do México. Depois de fazer 1 a 0 em Santos (gol de Ganso), o Peixe segurou o empate na volta graças à atuação monumental de Rafael Cabral.

Nas quartas, era chegada a hora de acertar as contas com o Once Caldas, da Colômbia, algoz santista na Libertadores de 2004. Na ida, Alan Patrick fez o gol solitário em Manizales. Na volta, no Pacaembu, empate em 1 a 1 e vaga assegurada entre os quatro melhores do continente.

O adversário nas semifinais era bem conhecido: o paraguaio Cerro Porteño, que mediu forças com o Peixe na primeira fase. No embate inaugural, no Pacaembu, melhor para o time da casa, que marcou 1 a 0 com o capitão Edu Dracena, após linda jogada de Neymar. No Paraguai, um eletrizante 3 a 3. Assim, o Santos voltava a uma final de Libertadores após oito anos.

Para chegar ao seu terceiro troféu continental, o Santos deveria passar pelo Peñarol, rival da decisão em 1962. Bem armado, o time de Muricy segurou com todas as forças a igualdade em 0 a 0, em Montevidéu. A volta, no já familiar Pacaembu, foi diferente. Neymar e Danilo colocaram o Peixe em vantagem. No finalzinho do jogo, Stoyanoff diminuiu o marcador para os uruguaios.

O 2 a 1 selava o terceiro título de Libertadores do Santos e a consagração da geração capitaneada pelos craques Neymar e Ganso.

Um Brasileirão “morno”

No Brasileirão, o Santos apenas cumpriu tabela, já que não aspirava grandes resultados. O título nacional, possível se levado em conta o elenco do time da baixada, ficou pelo caminho no primeiro turno, quando Neymar e companhia ainda dividiam as atenções com a reta final da Libertadores.

Mesmo assim, o torcedor do Peixe tem o que comemorar. Primeiro, pela bela atuação na derrota por 5 a 4 ante o Flamengo, na Vila Belmiro, considerado, o melhor jogo deste Nacional. Depois, pela artilharia de Borges, que chegou logo após o término da Libertadores, com 23 gols.

Forte até em outra superfície

Com um time repleto de estrelas, o Santos mandou bem na Liga Futsal. Detalhe que era apenas a estreia do Peixe nesta modalidade.

Na primeira fase do mais badalado torneio do futsal brasileiro, o time guiado por Fernando Ferretti liderou de ponta a ponta, somando 88 gols em 22 jogos.

Na final ante o poderoso Carlos Barbosa, derrota por 4 a 3 fora de casa e expulsão de Falcão, principal articulador santista. Na volta, embalado pela torcida, o Santos fez 3 a 2 no tempo regulamentar e 7 a 6 nos pênaltis para levar o caneco.

Além do título, o Peixe ainda viu Falcão repetir 2010, quando foi campeão e artilheiro – à na época pelo Jaraguá. Em 2011, o ala fez 30 gols, nove a menos que na temporada passada.

Sonho adiado

Foto: Leandro Amaral/Divulgação Santos FC

A terceira estrela nunca esteve tão próxima. Na estreia do Santos no Mundial de Clubes da FIFA, triunfo por 3 a 1 sobre o aguerrido Kashiwa Reysol, em Nagoya. Neymar, Borges e Danilo fizeram para os brasileiros. Sakai diminuiu para os japoneses.

Do outro lado da chave, o poderoso Barcelona bateu o Al Sadd, do Catar, por 4 a 0 e selou sua vaga na mais esperada final dos últimos tempos.

Em Yokohama, palco do título mundial da seleção em 2002, no entanto, o roteiro não foi tão generoso para o Peixe. Messi fez dois belos gols e ajudou o Barça a fazer 4 a 0 no atual campeão da Libertadores e conquistar mais um título mundial.

Sem dúvida, 2011 é mais um ano que entra para a belíssima história do Santos Futebol Clube.

Cagetoria: Futebol, Santos F.C. | Tags: , ,

Se tem um time que parece estar predestinado a ganhar tudo em 2011, ele parece ser o Santos. Em uma decisão dramática, o time que aderiu o futsal em seu primeiro ano disputando a modalidade, comandado pelo melhor do mundo no esporte da bola pesada – Falcão, que estava suspenso e teve de roer a unha dos camarotes da Arena de Santos, conseguiu o primeiro título da liga nacional de Futsal, o Campeonato Brasileiro da modalidade ao bater o Carlos Barbosa/RS por 3 a 2, no tempo normal, empatar em 0 a 0 na prorrogação, e o Peixe sacramentar a faixa de campeão nos pênaltis por 7 a 6, conquistando a sua primeira Liga. Foi a primeira vez que a Liga veio para um clube paulista.

Com a presença dos craques do futebol de campo Neymar e Rafael entre outros na Arena de Santos, e empurrado por quase 5 mil expectadores, não foi fácil esta conquista. O time da Vila Belmiro que deu um “up” na modalidade, montou um excelente time e com todo o respeito aos demais participantes, mereceu o título, pois teve a melhor campanha, ao longo de oito meses, o Peixe deu os melhores espetáculos no futsal pelo Brasil, aumentou a audiência das TVs fechadas, ganhou novos adeptos e difundiu muito a categoria.

O time da camisa 12 feita pela Umbro – Falcão, encerrou a temporada como Campeão Nacional e vice-Paulista. Parabéns aos atletas, diretoria (especialmente ao Cecil Ribeiro e João Menano), comissão técnica, enfim todos que com muita garra conquistaram algo até então improvável, pois havia a necessidade de vitória no tempo normal e na prorrogação.

Jackson e Jé sem condições físicas nenhuma de disputar a decisão; o Rei das quadras – Falcão suspenso; Valdin sentiu uma contratura durante a finalíssima e a necessidade de vitória no tempo normal e na prorrogação.

Mas Santos é Santos, e tinha que ser sofrido, gostoso da forma que foi. Depois de ter passado por uma intervenção cirúrgica com uma arbitragem mais do que suspeita na derrota de 4×3 na primeira partida decisão no Rio Grande do Sul, o Glorioso foi valente e com gols de Neto, Pixote e Deivis no tempo normal e a igualdade na prorrogação, surgia do banco de reservas, o herói do título – o goleiro Paulo Vítor. O camisa 17 reserva de Djony da Seleção Brasileira, saiu da suplência para defender duas penalidades e fez com que um time predestinado desse a volta olímpica na Baixada Santista para alegria de uma torcida acostumada a ganhar títulos em tudo que disputa ultimamente.

Como em 2008, quando no Mundial daquele ano, Falcão não jogou a final por estar suspenso e a Seleção Brasileira foi campeã, o camisa 12 do Santos não atuou na decisão, foi campeão novamente da Liga e eleito o melhor jogador da competição. O craque da Umbro também foi o artilheiro da competição com 32 gols. Agora quem dá bola é o Santos, até mesmo no esporte da bola pesada, o futsal.

Escrito por Ademir Quintino (Twitter: @AdemirQuintino)

Cagetoria: Clubes e Seleções, Falcão 12, Santos F.C. | Tags: , , , ,

Para conquistar o mundo, mantivemos os moldes da gloriosa camisa vencedora da Copa Libertadores 2011, com uma versão mais elegante e clean, seguindo padrões exigidos pela FIFA. Queremos fechar um ciclo vitorioso em 2011 com essa camisa no mundial.

Para os mais fanáticos, essa camisa é um amuleto!

“A camisa que desenvolvemos para a Libertadores teve enorme receptividade por parte da torcida. Além de agradar aos fãs do clube, zelamos pelo conforto e elegância dos jogadores em campo, afinal o clube está disputando o Mundial. Desejamos que a camisa continue trazendo muita sorte e conquistas ao Santos”, afirma Adriano Eziliano, Gerente de Produto da Umbro Brasil.

O Santos estreia na fase semifinal em 14 de dezembro e a Umbro estará junto com a equipe santista nesse momento histórico, na expectativa de incluir a terceira estrela no peito da camisa santista.

As camisas chegam às lojas a partir da segunda quinzena de novembro custando R$ 179,90. A camisa que os atletas alvinegros utilizarão em campo atende a demandas específicas da FIFA, e a mesma não pode ser comercializada por restrições da própria entidade.

Juntos conquistamos São Paulo, o Brasil e a América. Agora estamos juntos para conquistar o Mundo!

#RumoaTerceiraEstrela #byUmbroBrasil

Relembre a história da camisa da Libertadores:
Leia também…

Cagetoria: Clubes e Seleções, Produtos, Santos F.C., Vídeos | Tags: , , ,

Páginas 1 de 141234»10...Ultimas »