Amanhã a noite, 2 de julho, o boxeador David Hayer entrará no ringue fora de casa na Alemanha contra Wladimir Klitschko. Se prepare, essa será uma das lutas mais emocionantes do ano! Principalmente, se considerarmos que o ucraniano é um dos melhores do mundo atualmente.

Mas, não é só Haye que será o centro das atenções amanhã. Os torcedores poderão assistir de camarote a estreia da nova England Away, camisa da seleção Inglesa de futebol usada em jogos fora de casa. O peso pesado irá vestir o manto e exibir com orgulho para milhões de torcedores quando entrar com o pé direito no ringue.

Os ansiosos de plantão não precisam se preocupar, o boxeador já revelou a nova camisa neste vídeo aqui:

O David está com tudo nessa noite! Desde suas primeiras lutas, aos 19 anos, o boxeador já mostrava que nasceu para a coisa. Até experiência em lutar com ucranianos ele tem: em 2005 nocauteou Alexander Gurov nos primeiros 45 segundos de luta. Assim ele conseguiu o título de campeão dos cruzadores pela União Européia de Boxe.

Todos estão torcendo por David Haye! Inclusive os caras da banda inglesa Kasabian, que passaram a honra de apresentar o manto inglês para o peso pesado. Veja mais sobre essa passagem aqui.

Aqui no Brasil, você poderá conferir a luta pelo canal ESPN.

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A Nova Camisa Away da Inglaterra vem aí em grande estilo!

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Já falamos bastante sobre os craques internacionais que fizeram parte do The New York Cosmos, como o nosso rei Pelé, o alemão Beckenbauer, Carlos Alberto Torres, Giorgio Chinaglia, entre outros que encabeçavam a lista de estrelas do Time. Mas, também é preciso falar um pouco dos norte-americanos, afinal, eles também jogavam.

O Cosmos dos anos 1970 e 80 era considerado um time galático, com uma coleção de astros internacionais reunidos pelo marketing e pelo pensamento global da Warner Communications, empresa fundadora do clube. Entretanto, há uma parte da história do Cosmos que não é muito comentada, sobre um tipo de sistema de cotas criado para manter alguns norte-americanos em campo. Apesar de esses jogadores terem sido considerados por muitos como a geração perdida do futebol americano, eles ajudaram a escrever a história desse Time brilhante.  Porém, mesmo jogando pelo Cosmos, por conta de diversos fatores, nunca chegaram a disputar uma Copa do Mundo.

Em um tempo em que a liderança do Cosmos estava montada em uma fraca Federação de Futebol dos Estados Unidos, que, na época, era incapaz de organizar uma simples festa de aniversário, os jogadores americanos tinham pouca ou nenhuma esperança de poder mostrar suas habilidades pela Europa.

Hernán (Chico) Borja

“Eu era muito jovem, e meio que não percebi o que estava rolando. Quando olho para trás, vejo que aquele foi um dos maiores momentos da minha vida”, disse o ex-zagueiro da equipe, Jeff Durgan, que com a ajuda do treinador Hennes Weisweiler, rapidamente se tornou zagueiro do Cosmos, no início de 1980. O treinador também foi rápido para identificar as habilidades de outro jogador, Hernán (Chico) Borja, um nativo do Equador que cresceu em New Jersey, e trouxe consigo as habilidades com a bola, frequentemente vistos na América do Sul.

Outra revelação americana veio da área metropolitana de Nova York: o goleiro Shep Messing. O Garoto judeu de Long Island, com formação em Harvard, causou polêmica ao posar para uma revista feminina popular, mas o NY Cosmos não ligou. Pelo contrário, enxergou nessa exposição uma grande oportunidade de publicidade.

Mas talvez o melhor jogador americano do início dos anos 1980 tenha sido o meio-campista Ricky Davis, e você talvez nunca tenha ouvido falar sobre ele. Nativo da Califórnia, Davis já foi considerado um dos maiores jogadores já produzidos pelos Estados Unidos. E no mundo futebolístico da época, é bem provável.

Mas David passou todos os cinco anos de sua carreira profissional com o Cosmos, tendo jogado 20 vezes por um time nacional que era motivo de piada naqueles dias. Uma geração perdida do futebol americano, com certeza.

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Para celebrar o retorno do galáctico New York Cosmos e recordar os momentos de glória desse Time que despertou a atenção do mundo da bola com contratações bombásticas, nós da Umbro recriamos a camisa da vitória do Campeonato de 1977! Aquela mesma usada pelo Rei Pelé na sua última partida pelo clube!

Para resgatar o passado e homenagear o talento dessa equipe, o manto com design retrô e materiais modernos, vem com punhos verdes canelados, uma tradicional gola V, tecido de algodão e com o logotipo do NY Cosmos bordado no peito. Além disso, tem o nome e o icônico número 10, de Pelé, em relevo no peito, braço e costas.

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Saiba mais sobre o New York Cosmos  neste vídeo abaixo:

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Depois de um breve histórico sobre a trajetória do New York Cosmos que fizemos neste post, hoje falaremos sobre uma partida do Cosmos que pode ser considerada a mais inusitada de todas. Algumas pessoas dizem que esse foi o melhor jogo da história da North American Soccer League (NASL). Bem, com certeza foi um dos jogos mais longos, com cerca de três horas e meia de duração, além de muita emoção envolvida.

O Cosmos buscava um titulo inédito na NASL pela terceira vez consecutiva quando enfrentou o rival Vancouver Whitecaps, no segundo jogo das finais da Conferência Nacional, no dia 1º de Setembro de 1979.

Na primeira partida da série de dois jogos, os Whitecaps saíram na frente e marcaram dois gols em cima dos adversários. No finalzinho da partida, o defensor irariano do Cosmos, Andranik Eskandarian, recebeu cartão vermelho por ter aplicado uma falta grave. Encerrada a partida, o defensor brasileiro do Cosmos Carlos Alberto bateu e, supostamente, cuspiu em um funcionário. Com isso, os dois jogadores ficaram de fora do jogo seguinte, que aconteceu três dias depois.

De acordo com as regras, se os Whitecaps vencessem a segunda etapa, as séries acabariam, e se a equipe do Cosmos fosse a vencedora, rolaria uma prorrogação de 15 minutos para decidir a série. Como a segunda partida terminou em um empate de 2 a 2 após 90 minutos, o jogo foi para a prorrogação, porém ninguém marcou gol.

Com isso, a NASL criou mais uma regra: os pênaltis. Mas não se tratava dos pênaltis tradicionais, desses que estamos acostumados a ver. A versão norte-americana colocava o jogador com a bola a 35 jardas do gol (aproximadamente 32 metros) e dava cinco segundos para tentar pontuar. Cada equipe teve cinco chances e o Cosmos se saiu melhor. Com esse resultado, foi proposto um minijogo de 30 minutos que decidiria quem seria o vencedor.

Mas após 90 minutos de regulamento, 15 minutos de morte súbita, penalidades máximas e 30 minutos de mini-jogo, o vencedor ainda era desconhecido, então fizeram uma nova rodada de pênaltis e aí, sim, a vitória – finalmente!! – foi dada. Os Whitecaps levaram a melhor, não por mérito, mas por um erro de Nelsi Morais, do Cosmos, que descumpriu a regra ao levar mais de cinco segundos para cobrar o pênalti, dando a vitória ao outro time.

E assim, depois de uma desgastante e suadíssima disputa, os Whitecaps bateram um New York Cosmos repleto de estrelas internacionais e seguiu adiante no Campeonato, vencendo o time Tampa Bay Rowdies por 2 a 1 e conquistando o único título NASL de sua história.

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